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Usina fotovoltaica do IFTM Campus Uberlândia Centro entra em funcionamento e já gera energia para a unidade

Em operação desde 22 de abril, expectativa é que usina proporcione economia na conta de luz do campus

  • Por IFTM Campus Uberlândia Centro
  • Publicado em 04/05/2021 às 00:00
  • Última modificação 04/05/2021 às 14:50
Placas solares foram instaladas no telhado do IFTM Campus Uberlândia Centro
Placas solares foram instaladas no telhado do IFTM Campus Uberlândia Centro
Crédito: Mateus Emanuel Tagliaferro

O sol implacável que ilumina Uberlândia tornou-se um parceiro importante do Campus Uberlândia Centro, do Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM). No dia 22 de abril de 2021, exatamente às 12h30, entrou em funcionamento a usina fotovoltáica da unidade. A instalação é composta por 126 placas solares que, em seu conjunto, tem a capacidade de produzir 59 kVAs, sigla que significa Kilovolt-ampere. kVA é a unidade utilizada para medir a potência aparente, que é a aquela necessária para que, sob determinadas condições de corrente e tensão, um gerador funcione corretamente.

Como o Campus está vazio em função da pandemia de Covid-19, por conta da qual ainda não foi possível promover o retorno das aulas presenciais, a quantidade de energia utilizada é muito pequena no momento. Segundo o coordenador geral de Administração e Planejamento, Natal Pires Fernandes, ainda é cedo para ter uma dimensão da economia que a nova estrutura vai proporcionar, mas, pelo menos com o Campus vazio, já se sabe que as placas vão dar conta do recado e gerar energia suficiente.

“Por enquanto não temos como avaliar (a expectativa de economia de energia), mas já estamos gerando nossa própria energia, sem necessidade de recorrer à energia da Cemig, e o excedente gerado esta retornando na linha de transmissão para que possamos utilizar em dias nublados e à noite, quando as placas não geram energia”, afirma o coordenador.

Embora a usina tenha começado a funcionar há pouco tempo e num prédio praticamente vazio, a expectativa para o futuro também é promissora. Segundo Natal Pires, a energia gerada pelas placas tende a proporcionar economia no futuro.

“Temos que verificar como qual vai ser a demanda do Campus em pleno funcionamento, mas tomando como base nosso contrato com a Cemig, que é de 60 kVA, vai ser de grande ajuda. Hoje, a demanda do Campus em pleno funcionamento é maior e, sempre que ultrapassamos a demanda contratada, pagamos três vezes o valor do kilowattCom a nossa propria geração, o mínimo que vai acontecer é que não teremos mais que pagar por excedente”, avalia.



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