Olimpíadas do conhecimento

Estudantes do IFTM Campus Patos de Minas se destacam com medalhas na 2ª edição da Olimpíada Brasileira de Africanidades e Povos Originários

Instituição alcançou 37 estudantes premiados, representando 6,24% das premiações nacionais da olimpíada
Publicado em 30/12/2025 16:09 Atualizado em 30/12/2025 16:13
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Estudantes do IFTM Campus Patos de Minas realizando a prova da OBAPO, em 18/11
Estudantes do IFTM Campus Patos de Minas realizando a prova da OBAPO, em 18/11
Crédito: Márcia Xavier

Estudantes do Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM) – Campus Patos de Minas obtiveram destaque nacional na 2ª edição da Olimpíada Brasileira de Africanidades e Povos Originários (OBAPO). O resultado foi divulgado pela coordenação da OBAPO no dia 23 de dezembro, e confirmou a premiação de 37 estudantes do campus, com medalhas de ouro, prata, bronze e honra ao mérito, número que corresponde a aproximadamente 6,24% do total de 593 estudantes do Ensino Médio, participantes da Prova Nível 5, premiados em todo o Brasil.

A OBAPO é uma iniciativa nacional voltada a estudantes da Educação Básica de escolas públicas e privadas, com o objetivo de valorizar os saberes, as culturas e as histórias afro-brasileiras e indígenas, promovendo o conhecimento, a reflexão crítica e o respeito à diversidade. A olimpíada também contribui para o fortalecimento das diretrizes curriculares previstas nas Leis 10.639/2003 e 11.645/2008.

O IFTM Campus Patos de Minas foi inscrito na olimpíada por meio da professora Márcia Xavier, atualmente na Coordenação de Assuntos Étnico-Raciais e Indígenas (CAERI). Como parte da preparação, foram realizados dois aulões no auditório do campus, além da aplicação de um simulado com a prova da edição anterior da OBAPO.

Os conteúdos trabalhados foram organizados de forma interdisciplinar, envolvendo diferentes áreas do conhecimento, com a participação das professoras Márcia Xavier e Rosana Pugina e do professor Lívio Soares, na área de Literatura; do professor Pedro Machado, em Geografia; dos professores Luis Fernando e Munís Pedro, em História; e do professor Elvis Rezende, nas áreas de Filosofia e Sociologia.

A prova da Olimpíada Brasileira de Africanidades e Povos Originários (OBAPO) foi aplicada no dia 18 de novembro de 2025, no IFTM Campus Patos de Minas. A ação contou ainda com a participação da pedagoga Wanessa de Cássia, que apoiou a aplicação da prova. Todos os servidores envolvidos integram o Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (NEABI) do campus.

Estudantes premiados do IFTM Campus Patos de Minas

🥇 Medalha de Ouro

Ana Júlia Vinhal Santana
Anna Evellyn Ferreira Caetano
Gabriel Henrique Soares Mendes
Giovana Silva Maciel
Jakelyne Rodrigues de Morais
João Francisco Ribeiro Soares
José Machado de Oliveira Neto
Matheus Eduardo Silva Santos

🥈 Medalha de Prata

Júlia Beatriz Gomes Basílio
Marcela Muller Miranda
Maria Eduarda Martins Silva
Maria Sofia Fernandes Silva
Thalita Quintino Silva
Yasmin Felix Borges

🥉 Medalha de Bronze

Evelyn Tinel Nunes
Gabriela Carvalho Novais
Heitor Moreira Matos
Ingrid Luiza de Oliveira
Isadora Marra Gonçalves Oliveira
Luna Borges Nunes
Marcus Vinícius Medeiros Magalhães
Maria Vitória Barbosa Rocha
Sabrina Marques Pereira Tavares
Vítor Hugo Lacerda Carvalho

🏅 Honra ao Mérito

Ana Júlia Assunção Jordão
Ana Sophia Pereira Dias
Ariane Soares de Magalhães
Arthur Maurício Rodrigues de Araújo
Beatriz Rodrigues Matos
Bernardo de Aguiar Fernandes
Cauã Braga Medeiros
Izabella Araujo Brito
Marcella Santana de Freitas
Maria Cecília Pereira de Morais
Maria Fernanda Prado Almeida e Silva
Maria Paula Nunes Borges
Victoria Raphaela Alves Brito

De acordo com a professora Márcia Xavier, a participação do campus e os resultados obtidos foram extremamente positivos. “Praticamente todos os estudantes que realizaram a prova conquistaram algum tipo de medalha, o que evidencia não apenas a efetividade do trabalho de capacitação realizado, mas também o grande interesse e o engajamento dos participantes com a temática das africanidades e dos povos originários. Parabenizo todos(as) estudantes participantes pelo empenho, dedicação e compromisso demonstrados ao longo de todo o processo.”

Ainda segundo a professora Márcia Xavier, esse resultado é fruto de um trabalho coletivo, construído tanto no âmbito do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (NEABI) quanto nas práticas  pedagógicas desenvolvidas em sala de aula pelos professores e professoras que atuam na instituição, comprometidos com a temática e que têm promovido ações formativas contínuas, pautadas na interdisciplinaridade, no diálogo e no compromisso com uma educação antirracista e inclusiva. 

 

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