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Política de Gestão de Riscos do IFTM está em processo de elaboração

Um dos objetivos do documento é incrementar a governança por meio de controle e gerenciamento de riscos

  • Por IFTM Reitoria
  • Publicado em 13/04/2021 às 10:00
  • Última modificação 14/04/2021 às 23:07

Ainda no primeiro semestre deste ano, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro (IFTM) contará com mais uma importante Política desenvolvida na e para a instituição – a de Gestão de Riscos.

Em processo de elaboração por comissões de servidores montadas especificamente para esse fim e também pelos Conselhos Gestores dos campi, a Política de Gestão de Riscos do IFTM tem como base a Instrução Normativa (IN) conjunta MP/CGU nº 01, de 10 de maio de 2016, e objetiva, entre outros, incrementar a governança por meio de controle e gerenciamento de riscos; aumentar as chances de objetivos e metas estratégicas serem alcançadas; fomentar uma gestão proativa e livre de fraudes e atos de corrupção; criar uma cultura de gestão de processos, melhorando-os continuamente.

A reitora do IFTM, Deborah Santesso Bonnas, reforça que a gestão de riscos permite conhecer questões negativas que podem afetar a instituição e seus processos. “Assim, podemos mensurá-las e promover ações, procedimentos para mitigá-las ou eliminá-las. Dessa forma, atuamos de forma preventiva e estamos mais preparados quando sofremos a incidência de ocorrências indesejadas”.

Após a finalização da minuta da referida política pelas comissões envolvidas, a comunidade acadêmica do IFTM – servidores e estudantes – poderá enviar contribuições por e-mail de forma a garantir sua participação no processo. Finalizado o documento, a instituição se organiza para implementá-lo. Serão ofertados treinamentos para as comissões, levantamentos de informações sobre macro e sub processos institucionais, identificação de processos críticos e de riscos nas atividades, culminando na matriz de riscos do IFTM.

 O presidente da Comissão Gestora de Riscos, Marcos César Eugênio Botta, esclarece que uma gestão de riscos eficiente, mais do que atender à legislação e aos requisitos do Tribunal de Contas da União para o relatório de gestão, trata-se de um caminho para o sucesso. “Muitas organizações já perceberam que identificar riscos, criando ações mitigatórias para seu tratamento, é fundamental para o alcance de objetivos e metas. Na administração pública, e falo aqui do IFTM, não é diferente. Temos objetivos e metas a serem alcançadas, uma missão a ser cumprida e uma visão a ser conquistada”.

“Não esperamos um trabalho fácil. Ele exigirá empenho, aprendizado e tempo dos que estão diretamente envolvidos no projeto. Contudo, o esforço conjunto nos conduzirá a uma governança mais efetiva e eficiente, o que será refletido nos resultados institucionais e nos serviços prestados à sociedade”, finaliza Botta.



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