Voz e inclusão: oficina no IFTM fortalece cultura de direitos e qualifica uso da Ouvidoria
Crédito: Arquivo CAID
No dia 31 de março de 2026, o Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM) deu um passo significativo para a consolidação de um ambiente institucional mais transparente e acolhedor: a oficina “Voz e inclusão: transformando direitos em ação”, uma iniciativa estratégica voltada à qualificação do registro e acompanhamento de manifestações na instituição.
Promovida pela Pró-Reitoria de Ensino (PROEN) em parceria com a Coordenação de Ações Inclusivas e Diversidade (CAID), a atividade contou com transmissão on-line para todos os campi, permitindo uma ampla participação da comunidade acadêmica.
Formação prática e interativa
A oficina foi ministrada pela ouvidora do IFTM, Rejane Alves de Almeida, com mediação de Marina Vallim. O público-alvo principal foram os representantes dos Núcleos de Inclusão e Diversidade — como o NAPNE, NEABI e NEDSEG —, que desempenham papel fundamental no suporte aos estudantes e servidores.
A programação foi dividida em quatro momentos
complementares:
Fluxos institucionais: apresentação da estrutura da Ouvidoria e
como as manifestações tramitam internamente.
Análise de casos: divisão em grupos para o estudo de situações fictícias envolvendo temas sensíveis, como interseccionalidade, respeito ao nome social, assédio sexual e acessibilidade.
Socialização e debate: espaço aberto para esclarecimento de dúvidas e troca de experiências entre os diferentes campi.
Simulação na prática: uso da Plataforma Fala.BR e entrega de um checklist para auxiliar no registro adequado de demandas.
Diferenciando canais e fortalecendo o acolhimento
Um dos pontos centrais da capacitação foi o detalhamento técnico sobre as categorias de registro. Compreender as diferenças fundamentais entre denúncia, reclamação, sugestão, elogio e comunicação de irregularidade é essencial para que o sistema funcione com agilidade e precisão.
“A iniciativa busca capacitar a comunidade acadêmica a registrar e acompanhar manifestações de forma clara e eficiente, garantindo que as demandas sejam devidamente encaminhadas e apuradas com responsabilidade”, explica Rejane.
Compromisso estratégico
A realização desta oficina atende a uma demanda direta dos núcleos de inclusão e reforça o compromisso do IFTM com a transparência e a justiça social. Ao qualificar o uso dos canais oficiais, a instituição assegura que os direitos da comunidade sejam respeitados, transformando manifestações em ações concretas que resultam em um ambiente mais seguro e inclusivo para todos.
