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Voz e inclusão: oficina no IFTM fortalece cultura de direitos e qualifica uso da Ouvidoria

Iniciativa busca transformar o registro de manifestações em ações concretas de cidadania
Publicado em 13/04/2026 15:15 Atualizado em 13/04/2026 15:16
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Print de tela da oficina “Voz e inclusão: transformando direitos em ação”
Print de tela da oficina “Voz e inclusão: transformando direitos em ação”
Crédito: Arquivo CAID

No dia 31 de março de 2026, o Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM) deu um passo significativo para a consolidação de um ambiente institucional mais transparente e acolhedor: a oficina “Voz e inclusão: transformando direitos em ação”, uma iniciativa estratégica voltada à qualificação do registro e acompanhamento de manifestações na instituição.

Promovida pela Pró-Reitoria de Ensino (PROEN) em parceria com a Coordenação de Ações Inclusivas e Diversidade (CAID), a atividade contou com transmissão on-line para todos os campi, permitindo uma ampla participação da comunidade acadêmica.

Formação prática e interativa

A oficina foi ministrada pela ouvidora do IFTM, Rejane Alves de Almeida, com mediação de Marina Vallim. O público-alvo principal foram os representantes dos Núcleos de Inclusão e Diversidade — como o NAPNE, NEABI e NEDSEG —, que desempenham papel fundamental no suporte aos estudantes e servidores.

A programação foi dividida em quatro momentos complementares:

Fluxos institucionais: apresentação da estrutura da Ouvidoria e como as manifestações tramitam internamente.

Análise de casos: divisão em grupos para o estudo de situações fictícias envolvendo temas sensíveis, como interseccionalidade, respeito ao nome social, assédio sexual e acessibilidade.

Socialização e debate: espaço aberto para esclarecimento de dúvidas e troca de experiências entre os diferentes campi.

Simulação na prática: uso da Plataforma Fala.BR e entrega de um checklist para auxiliar no registro adequado de demandas.

Diferenciando canais e fortalecendo o acolhimento

Um dos pontos centrais da capacitação foi o detalhamento técnico sobre as categorias de registro. Compreender as diferenças fundamentais entre denúncia, reclamação, sugestão, elogio e comunicação de irregularidade é essencial para que o sistema funcione com agilidade e precisão.

“A iniciativa busca capacitar a comunidade acadêmica a registrar e acompanhar manifestações de forma clara e eficiente, garantindo que as demandas sejam devidamente encaminhadas e apuradas com responsabilidade”, explica Rejane.

Compromisso estratégico

A realização desta oficina atende a uma demanda direta dos núcleos de inclusão e reforça o compromisso do IFTM com a transparência e a justiça social. Ao qualificar o uso dos canais oficiais, a instituição assegura que os direitos da comunidade sejam respeitados, transformando manifestações em ações concretas que resultam em um ambiente mais seguro e inclusivo para todos.

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